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O Número de Manuscritos da Bíblia

Muitos críticos das Escrituras afirmam que a Bíblia foi severamente alterada com o tempo e que o texto da Palavra que possuímos hoje é totalmente diferente do trabalho original. Será que isso é verdade? Segue uma rápida análise sobre a quantidade de manuscritos bíblicos - tire as suas próprias conclusões.

Ninguém duvida da existência de César, Platão ou Homero. Nos baseamos na credibilidade dos escritos de César, Platão ou Homero fundamentados nos seguintes dados:
-César escreveu entre 100-44 a.C., o fragmento mais antigo que temos de seus textos é de 900 d.C., uma diferença de mil anos do original. Possuímos 10 manuscritos de sua autoria.
-Platão escreveu entre 427-347 a.C., a cópia mais antiga que temos de seu trabalho é de 900 d.C., uma diferença de 1200 anos. Possuímos 7 manuscritos de sua autoria.
-Homero escreveu Ilíada em 900 a.C. Temos a cópia mais antiga em 400 a.C., ou seja: 500 anos depois do original. Ao todo, em mãos, temos 643 manuscritos da Ilíada.
-O Novo Testamento foi escrito entre 40-100 d.C. O manuscrito mais antigo que temos é de 125 d.C., uma diferença entre 25-50 anos do original. Ao todo, possuímos 24.000 manuscritos antigos do Novo Testamento. Uma distância do original que é incomparável e uma quantidade absurdamente maior de documentos que as outras literaturas da Antiguidade. Fonte: Por que Confiar na Bíblia?, Amy Orr-Ewing, Ultimato, 2008, pg 43.

Foram encontrados 5300 manuscritos gregos do Novo Testamento –a língua predominante na época de Cristo. Temos, ainda, 10.000 manuscritos latinos e 9300 porções antigas do Novo Testamento. Fonte: Por que Confiar na Bíblia?, Amy Orr-Ewing, Ultimato, 2008, pg 43. Segundo a Bíblia de Estudo das Profecias, John C. Hegee, Almeida Corrigida Fiel, Edit. Atos, 2005, pg 925, há 5000 manuscritos gregos do Novo Testamento e mais de 9000 traduções antigas do Novo Testamento para o latim, siríaco, copta e outras línguas mediterrâneas. A variação de números também depende do período de tempo analisado.
Sobre a quantidade de manuscritos da Bíblia, o livro O Cristianismo Através dos Séculos, Earle E. Cairns, Edit. VidaNova, 2008, pg 101, se manifesta: são cerca de 5500 documentos antigos que atestam para a credibilidade da Bíblia. O mais antigo e extenso é um rolo de Isaías encontrado em Qumran. Mais de 3100 manuscritos contém quase todo o texto bíblico ou parte dele, e cerca de 2300 lecionários preservam parte do texto. De Bello Gallico, de César, possui menos de 10 cópias, todas escritas 900 anos depois do autor.
O livro Por que Acreditar na Bíblia, John Blanchard, Edit. Fiel, edição virtual autorizada, pg 9, reforça os números: mais de 5000 manuscritos gregos do Novo Testamento e um total maior do que 20.000 fontes antigas. O livro faz uma comparação com outros documentos antigos: são nove ou dez cópias da Guerra Gaulesa, de César (58-50 a.C.), vinte cópias da História Romana, de Livy (59 a.C.-17 d.C.), sete cópias das histórias de Plínio, o Jovem (61-113 d.C.), e apenas duas cópias de Histórias e Crônicas, de Tácito (55-120 d.C.). A literatura antiga não-bíblica mais bem servida de manuscritos é a Ilíada, de Homero, com 643 cópias, mediante mais de 20.000 referentes ao Novo Testamento.
Do livro Origem, Confiabilidade e Significado da Bíblia, Wayne Grudem, C. John Collins e Thomas R. Schreiner, Edit. VidaNova, 2013, pgs 102, 112 e 113: atualmente existem mais de 3 mil manuscritos hebraicos do Antigo Testamento, 8 mil manuscritos da Vulgata Latina, mais de 1,5 mil da Septuaginta e mais de 65 mil cópias da Siríaca Peschita. Há mais de 5700 manuscritos gregos do Novo Testamento (do século II ao XVI), ao todo há entre 20 e 25 mil cópias manuscritas do Novo Testamento em vários idiomas – até hoje já foram catalogadas mais de 1 milhão de citações do Novo Testamento da parte dos Pais da Igreja. A média de manuscritos que os autores gregos e latinos clássicos possuem está em vinte, isso significa que o Novo Testamento possui, no mínimo, vinte mil vezes mais manuscritos que a média desses autores da mesma Antiguidade.
“Há mais marcas indeléveis de autenticidade na Bíblia que em qualquer história profana.” Sir Isaac Newton. Fonte: Uma História Politicamente Incorreta da Bíblia, de Robert J. Hutchinson, Agir, 2012, pg 81.
Natanael Pedro Castoldi
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