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Os Racionalistas e o Novo Testamento

A verdade é que aqueles que melhor sustentaram a veracidade das Escrituras foram justamente os seus inimigos - especialmente aqueles que fizeram uso de métodos de crítica e análise coerentes e se comportaram de modo humilde diante das suas conclusões. É claro que uma forte oposição sempre levanta uma geração de apologistas hábeis e ousados, mas, como disse Spurgeon, noutras palavras, "a Bíblia defende a si mesma", de modo que os estudos promovidos pelos próprios opositores da Palavra geralmente acabam sustentando a sua veracidade. Foi isso que aconteceu com Lew Wallace, autor de Ben Hur, que leu o Novo Testamento com o objetivo de destruí-lo, mas acabou se convertendo ao cristianismo - "Intelectuais que Encontraram a Deus - Ateístas e Teístas". Outros opositores do Novo Testamento, especialmente dos séculos XVIII e XIX, acabaram tendo que reconhecer, depois de seus árduos esforços, que o texto neotestamentário é autêntico. Vejamos algumas afirmações, dadas depois de várias décadas de trabalho - considere que os racionalistas baseiam seus estudos somente nos "conhecimentos da ciência", empregando os "métodos das citações", "das traduções", o "método polêmico" e outros, vasculhando todas as páginas e palavras do texto bíblico:

"Em suma, admito como autênticos os quaro Evangelhos." Renan, racionalista francês, Vie de Jesus.

"O caráter absolutamente único dos Evangelhos é, hoje em dia, universalmente reconhecido pela crítica." Harnack, racionalista alemão. Jesus Cristo é Deus? José Antônio de Laburu, ed. Loyola, SP, 2000.

"Os Evangelhos são, pela análise crítica, os que detém a mais privilegiada posição que existe." Streeter, grande crítico inglês.

Hort e Westcott, conhecidos como "os mais exigentes críticos racionalistas do século XIX":
"As sete oitavas partes do conteúdo verbal do Novo Testamento não admitem dúvida alguma. A última parte consiste, preliminarmente, em modificações na ordem das palavras ou em variantes sem significação. De fato, as variantes que atingem a substância do texto são tão poucas, que podem ser avaliadas em menos da milésima parte do texto."
"Trabalhamos 50 anos febrilmente para extrair pedras da cantaria que sirvam de pedestal à Igreja Católica?"
Fonte: Ciência e  em Harmonia, Prof. Felipe Aquino, Cléofas, 2012, pgs 152-153.

Natanael Pedro Castoldi
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