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Dilúvio em Marte? Esse pode! E na Terra?!

*Publicado no Mirante
Estava eu vagando pela internet, nas páginas de costume, e interessei-me por uma notícia: "Cientistas afirmam que Marte já foi inundado". Ok, interessante: Marte já teve a sua superfície repleta de água. Aí percebido uma coisa: Dilúvio, no Planeta Terra, não pode, mas em Marte, bom, até se faz questão. Por qual motivo? Existem mais evidências de um Dilúvio em Marte do que aqui? Ou existem interesses diferentes para Marte e para a Terra? Bom, antes de tirarmos conclusões precipitadas, vamos analisar algumas notícias marcianas:

Resumo do que segue, em ordem: Marte (dilúvio marciano, água dos meteoritos); Terra (oceanos subterrâneos, água de asteroides, evidências do Dilúvio, mudança climática); Reflexão; Conclusão.

Marte:
Jack Phillips, 10/03/2013, epochtimes.com.br:

"Nesta última quinta-feira, cientistas afirmaram ter encontrado canais subterrâneos intercruzando-se que seriam resultado de uma enchente ou inundação em Marte.
Com a Sonda de Reconhecimento da Órbita de Marte da NASA, os cientistas usaram um poderoso radar para investigar abaixo da superfície do Planeta Vermelho, dando-lhes a primeira evidência de que havia túneis subterrâneos criados por aparentes inundações, segundo um comunicado de imprensa da agência espacial norte-americana.
Estes canais, disse a publicação, foram causados provavelmente por 'inundações catastróficas nos últimos 500 milhões de anos'.
'Neste período, Marte teria sido de outra forma considerado frio e seco. Estes canais são essenciais para compreender até que extensão a atividade hidrológica recente prevaleceu durante tais condições áridas', acrescentou a publicação. Ao mesmo tempo, as enchentes também podem ter causado mudanças climáticas em Marte.
'Nossos resultados mostram que a escala de erosão que criou os canais foi subestimada e sua profundidade seria de pelo menos o dobro das aproximações anteriores', disse Gareth Morgan, um geólogo do Centro para Estudos da Terra e Planetários do Museu Nacional do Ar e do Espaço, que conduziu o estudo publicado na 'Science Express', na quinta-feira.
Ele acrescentou, 'Este trabalho demonstra a importância do radar de sondagem orbital na compreensão de como a água moldou a superfície de Marte'.”

29/09/2008, cubbrasil.net:
"Imagem divulgada pela Agência Espacial Européia mostra as fossas de Mangala, onde há evidências de sedimentação de lava e inundações, em Marte."

Sérgio Sacani, 09/06/2013, blog.cienctec.com.br:

"Dramáticas inundações esculpiram esse impressionante sistema de canais em Marte, cobrindo 1.55 milhões de quilômetros quadrados, mostrado aqui em um impressionante e novo mosaico feito pela sonda Mars Express da NASA. (...)

A paisagem foi separada sob a força de tensão da água subterrânea saindo pelas fraturas para criar não somente violentas inundações, mas também os padrões de fraturas únicas vistas em Sacra Mensa e em Sacra Fossae.

A neve o gelo derreteu pelas erupções vulcânicas provavelmente também contribuindo para o fluxo torrencial lamoso, enquanto a atividade glacial pode ter posteriormente moldado o sistema de canal."

Para complemento: 
alogicadosabino.wordpress.com, 28/05/2008, "Dilúvio em Marte? Sim! Na Terra? Não!"; sciencemag.org, "Carbon Dioxide Hydrate and Floods on Mars", Daniel J. Milton, Science, 15/02/1974; spaceflightnow.com, "Evidence found of lake, catastrophic flood on Mars", Nasm News Release, 22/06/2002; Homenews.com.br, 06/09/2005, "Dunas de Marte podem esconder reservatórios de água"; Criacionismo.com.br, 27/02/2012, "Dilúvio em Marte. E na Terra, não?", Michelson Borges.
Resumo: canais subterrâneos foram identificados em Marte, o que evidencia a ocorrência de fortes inundações. Essas enchentes podem ter tornado Marte mais árido do que antes, através de mudanças climáticas. A água moldou a superfície do Planeta Vermelho, que foi severamente maculada por inundações. De onde veio toda essa água? Pode ter vindo dos subterrâneos, para onde voltou ou, como sugerem alguns especialistas, por meio de meteoros (eles estimam que uma outra inundação, dada há supostos 3,8 milhões de anos e tendo durado uma década, foi causada por água vinda de meteoros, homenews.com.br, 06/12, "Chuva de meteoros causou dilúvio que inundou Marte"). No mais: encontraram evidências de que ocorreu um dilúvio por lá e, então, viajaram nas sugestões sobre as origens da água necessária para isso.

Terra:
Marte tem: grandes canais subterrâneos. O que isso indica? Dilúvio.
A Terra tem: grandes canais e oceanos subterrâneos. O que isso indica? Certamente não indica o Dilúvio.

Natasha Romanzoti, 13/06/2011, hypescience.com:

"Os rios nem sempre estão aonde você pode enxergá-los. Um “rio submarino” foi descoberto no leito de um oceano ao largo sudoeste da Austrália.
Não é a primeira vez que tal fenômeno é observado, mas os pesquisadores afirmam que o fato desses rios terem sido vislumbrados em águas mornas é inédito. (...)
Os rios subterrâneos já foram descobertos em diferentes pontos ao redor do globo. No Mar Negro, os pesquisadores descobriram um rio debaixo d’água, que é bem mais profundo e fica no leito marinho."

Traduzido por Grachev Guerman, lambaritalia.blogspot.com.br, 10/2010:

"Os cientistas descobriram que há oceanos escondidos no fundo do planeta. As grandes massas de água estão localizadas a uma profundidade de mais de 1.000 km abaixo da superfície da Terra. (...)
Até recentemente não havia qualquer evidência científica sólida para apoiar várias teorias relativas às origens do Dilúvio. A situação mudou em fevereiro, após relatos de uma sensacional descoberta feita por pesquisadores dos EUA. Segundo seu estudo, a água que inundou o planeta saiu das profundezas da Terra. Os pesquisadores descobriram  imensos reservatórios de água abaixo da superfície da Terra. (...)
O Professor de Sismologia Michael Wysession da George Washington University de Saint Louis e Jesse Lawrence, com pós-graduação na Universidade da Califórnia em San Diego, uniram forças para realizar uma investigação aprofundada. Seu trabalho envolveu a análise de 600 mil sismogramas. Os resultados realmente fizeram eles suspirarem de espanto:  Havia provas de que pelo menos duas grandes massas de água foram localizadas embaixo da Eurásia e América do Norte."

Michelson Borges, Criacionismo.com.br, 20/08/2009; BBC, g1.globo.com, 20/08/2009:

"Cientistas da Oregon State University, nos Estados Unidos, acreditam que altos níveis de condutividade elétrica em partes do manto terrestre - região espessa situada entre a crosta terrestre e o núcleo - poderiam ser um indício da presença de água."

livescience.com, 28/02/2007; Michelson Borges, Criacionismo.com.br, 01/11/2011
 
 Michelson Borges, Criacionismo.com.br, 14/03/2014; oglobo.globo.com, Ciência, 13/03/2014, Renato Grandelle
 
"Um diamante de cinco milímetros de comprimento pode revelar a existência de um oceano gigante sob a Terra – maior que a soma de todos os mares conhecidos. A pedra, encontrada no interior do Mato Grosso, chegou à superfície de um rio há 90 milhões de anos [segundo a cronologia evolucionista], pegando carona na subida de uma rocha vulcânica. O mineral foi encontrado por acaso por mineradores no município de Juína. É feio e, julgando pela aparência, vale no máximo US$ 20. Para a ciência, no entanto, sua contribuição é incalculável. O diamante comprovaria que, a mais de 400 quilômetros de profundidade, estariam guardados um quintilhão de litros de água [mais do que todos os oceanos da Terra]. O segredo da pedra está em um minério em seu interior, conhecido como ringwoodita – nome dado em homenagem ao geoquímico australiano Alfred Ringwood. Cerca de 1,5% de seu peso é formado por água. Sabe-se que esse minério pode ser encontrado em meteoritos, mas ele nunca fora visto na Terra."
 
 
"A água estaria "trancada" em um mineral chamado ringwoodite, cerca de 660 quilômetros abaixo da crosta terrestre. Os pesquisadores se basearam no estudo de uma região que se estende no subsolo dos Estados Unidos. O mineral em que está a água costuma agir como uma esponja, em razão de sua estrutura cristalina.
Se apenas 1% da rocha for água, já seria o equivalente a quase três vezes a quantidade de água nos oceanos. A pesquisa, informou o Guardian, utilizou dados do USArray, uma rede de sismógrafos americana, que mede as vibrações de terremotos."

A água de Marte: pode ter vindo de cometas¹. O que isso indica? Dilúvio.
A água da Terra: parte pode ter vindo de cometas. O que isso indica? Certamente não indica um dilúvio.
¹Criacionismo.com.br, 03/11/2008, "Opalas em Marte – o que revelam?", Michelson Borges.

Michelson Borges, Criacinismo.com.br, 03/05/2008
"Um estudo internacional, do qual participou o Conselho Superior de Investigações Científicas (CSIC), da Espanha, demonstrou a influência da água em um asteroide cuja origem data de mais de 4,5 milhões de anos [segundo a cronologia evolucionista]. A pesquisa, divulgada nesta segunda-feira [e noticiada pelo portal Terra], estudou 11 meteoritos cuja composição "extraordinariamente similar" apontava que pertenciam a um mesmo asteróide 'progenitor'. (...)
Essa notícia faz pensar na 'grande catástrofe' descrita pelo geólogo Nahor Neves de Souza Jr., em seu livro Uma Breve História da Terra (SCB). No livro, o Dr. Nahor conta que nas seis missões do Projeto Apollo (1969 a 1972), desenvolvidas pela Nasa, foram coletados mais de 380 kg de amostras de solos e rochas da superfície da Lua. Quando os cientistas analisaram as amostras retiradas das crateras de impacto, perceberam que todas tinham a mesma 'idade'. A conclusão mais provável é a de que os impactos de meteoritos na Lua ocorreram praticamente todos ao mesmo tempo. Ou seja, a Lua foi vítima de um gigantesco e violento episódio, conhecido como o 'grande bombardeamento', que, na verdade, afetou todo o Sistema Solar. (...)
O mesmo fenômeno que causou os impactos na Lua pode ter atingido a Terra. (...) pense numa enxurrada de meteoritos caindo em terra e mar. Os que caíram na terra acabaram rachando a crosta, dando origem aos deslocamentos de placas tectônicas, aos terremotos e aos derrames de lavas. Os que caíram em mar poderiam gerar tsunamis de centenas de metros de altura, varrendo os continentes e destruindo tudo pela frente, sepultando quantidades incríveis de rochas, plantas e animais." Há a possibilidade de um planeta, entre Marte e Júpiter, ter explodido num remoto passado (os sumérios tinham o conhecimento, por exemplo, de mais planetas próximos da Terra² do que o Sistema Solar atualmente apresenta³) e, com isso, podemos explicar violentos bombardeios de meteoros. Obs: por Marte estar mais perto do planeta que supostamente explodiu, seu dilúvio teria sido maior e mais duradouro do que o terrestre. ²Geometriadarealidade.blogspot.com.br, 06/03/2012, "Quem Foram os Sumérios?"; ³Ufotvonline.com.br, "Os Sumérios e o 12 Planeta".
Água em asteroide? Veja aqui: "Encontrados sinais de água líquida em cometas", Michelson Borges, 08/04/2011, Criacionismo.com.br - "Cientistas encontraram indícios de água líquida no passado dos cometas, desbancando a ideia de que eles nunca experimentaram calor suficiente para derreter o gelo que forma a maior parte de sua massa."

Marte tem: superfície maculada por água. O que isso indica? Dilúvio. 
A Terra tem: superfície maculada por água. O que isso indica? Certamente não indica um dilúvio.

8º - Yangshuo, na China, formou-se através de erosão fluvial - há picos de até 1,5 mil metros de altura.
9º - A rocha sedimentar se forma somente abaixo d'água - 85% das rochas da Crosta Terrestre é constituído por rochas desse tipo.
10º - A Coluna Geológica, "evidência" da evolução, em nenhum lugar se encontra completa. Animais mais "primitivos" misturam-se com os mais "recentes" nas mesmas camadas.
11º - Árvores inteiras foram fossilizadas na vertical, transpassando diversas camadas de solo, o que indica um rápido soterramento por inundação.
12º - Fósseis de animais marinhos são encontrados até nas montanhas mais altas.
13º - Há muitos exemplos de rochas sedimentares dobradas, o que indica que, depois de assentado o material em camadas, uma força, provavelmente água, o dobrou.
14º - A existência de vastos cemitérios de fósseis, coisa que não se forma mais hoje, indica uma catástrofe.
15º - Animais marinhos "primitivos" na base da suposta Coluna Geológica não indicam evolução, mas um soterramento diluviano que enterrou, primeiramente, os seres mais primitivos e simples.
16º - As camadas sedimentares do solo se organizam da seguinte forma: os sedimentos, carregados por um fluxo de água, começam com as partes mais pesadas se assentando no fundo, enquanto as mais leves seguem a corrente. Depois de assentados, os sedimentos pesados no fundo também começam a se mover no sentido da corrente, cobrindo alguns sedimentos mais leves, culminando em lugares onde os sedimentos mais leves permanecem no fundo. Estudo de Gilbert Hall, sedimentólogo. Isso prova que os sedimentos do solo podem ter se distribuído como os vemos em um período de tempo recente.
17º - No Grand Canyon, por exemplo, as camadas do solo não raramente apresentam uma linha divisória perfeita entre si, indicando que o tempo decorrido entre a deposição de uma camada e outra foi curto, já que não se percebe erosão nenhuma entre elas.
18º - Dinossauros morreram por afogamento, é o que indicam os fósseis de répteis dispostos na vertical, com a cabeça curvada para baixo e a cauda para cima.
Fontes: 301 Provas e Profecias Supreendentes, Peter e Paulo Lalonde, Actual, 1999, pgs 71-81; No Princípio, Randal Milton Pollard, Gênesis, 2001, pgs 40-43.

O Dilúvio de Marte promoveu uma mudança climática brusca.
O Dilúvio da Terra, que jamais pode ter ocorrido, não foi responsável por nenhuma alteração climática.

19º - Mamutes congelados foram encontrados na Sibéria, acontece que ele viraram gelo instantaneamente, enquanto comiam tranquilamente - e comiam plantas de um clima mais quente do que o da Sibéria atual, de um clima isento da mesma neve que os congelou. Isso tudo sugere uma mudança climática brusca e duradoura. Fonte: No Princípio, Randal Milton Pollard, Gênesis, 2001, pgs 42. Nesse caso, pode-se entender que, havendo o Dilúvio, é possível que uma glaciação global tenha ocorrido como resultado das alterações climáticas.

Reflexão:
Ok, todos os requisitos para um dilúvio de grandes proporções podemos encontrar tanto em Marte quanto na Terra, talvez bem menos em Marte do que na Terra, afinal, porém os cientistas estão mais perto de comprovar um dilúvio marciano do que o Dilúvio terrestre. O que isso nos mostra? A única coisa que consigo supor é: a forma de avaliação se baseia mais no interesse e vontade do que na evidência em si. Qual é o interesse? Qual é a vontade?

Água em Marte: não sabemos bem os motivos, mas nada está mais evidente do que o anseio pelo encontro de vida extraterrestre. Os cientistas querem, mais do que tudo, encontrar vida fora da Terra, ou, pelo menos, água - achando água, irão supôr a vida. Em Marte eles estão procurando vida e água - e estão procurando com tanta vontade, que até sugerem um planeta, no passado, totalmente banhado por ela. Eles querem vida fora da Terra para entender melhor a vida terrestre e, claro, sugerir algo mais coerente para a origem da vida aqui - melhor do que a abiogênese, ou evolução química. Mas parece haver mais coisa em jogo...

Terra sem Dilúvio: a todo custo, esses mesmos especialistas querem tirar todo o crédito do relato bíblico. Quanto mais negarem as afirmações da Bíblia, mais felizes estarão... (?) Esse também é um fato. Eles sabem que, se a Bíblia estiver certa, Deus existe e, por algum motivo, o homem naturalmente odeia Deus, não quer obedecê-Lo, prefere colocar-se no lugar dEle. Aí a água em Marte faz sentido: com a vida começando lá, Deus não criaria a vida aqui (mas quem criaria a vida lá, então?) e com a falta de água aqui e a ausência do Dilúvio, a Bíblia estaria errada e, portanto, Deus estaria mais longe. Seria um combo interessante para os céticos! A incoerência está no fato de que, procurando por um dilúvio marciano, automaticamente eles abrem espaço para um dilúvio terrestre - o argumento contra Deus se torna exatamente o argumento a Seu favor. Desonestidade descarada, tropeço mais do que cômico - embora seja um pouco revoltante. Infelizmente as pessoas acreditam mais naquilo que querem do que naquilo que é evidente.

Conclusão: parece que, no ramo científico, boa parte das "verdades" se baseiam na vontade, no desejo, no sonho dos cientistas, das mídias, dos governos. Devemos desconfiar sempre! No final das contas, o seu esforço imenso em ocultar as evidências bíblicas demonstra a sua veracidade - o Dilúvio terrestre aconteceu, a Bíblia está certa e Deus existe - ou, pelo menos, chegamos muito perto disso.

Natanael Pedro Castoldi

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