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Jesus: Um Zelote? Um Cínico? Um Guru?

Mesmo tendo dezenas de milhares de manuscritos antigos do Novo Testamento, com fragmentos de meados do Primeiro Século, e todo o texto neotestamentário presente em cerca de 86 mil citações dos Pais da Igreja, alguns estudiosos ainda preferem procurar a "verdade sobre Cristo" em outras fontes, que eles consideram "melhores" - textos apócrifos comprovadamente mais tardios do que os canônicos, textos que supostamente existiram e outras apostas. Essa busca pelo "Jesus Histórico" possibilitou a formulação das mais estranhas teorias, dentre as quais, a de que Ele tenha passado os "anos de silêncio" - dos 12 aos 30 - viajando nas profundezas do Oriente, onde encontrou gurus; a de que Ele teve contato com filósofos cínicos que habitavam as cidades helenizadas da região onde morava, e, por fim, a que afirma que Jesus foi simplesmente um zelote. Todas essas suposições, que acabam anulando as mais vitais compreensões sobre o Mestre, porém, apresentam falhas incorrigíveis. Analisemos melhor as alegações e seus erros:

1 - O caso de Jesus como zelote:
O ministério de Cristo teve início num dos períodos mais hostis da história da Palestina. O Mestre pregou a reconciliação divina e a paz universal numa época de extrema sanguinolência, no tumulto social que precedeu uma das mais violentas guerras civis e religiosas de todos os tempos, na qual aproximadamente 40% da população judaica da Judeia fora exterminada - falamos da Guerra Judaica, ocorrida entre 66 e 70 d.C., quando Jerusalém foi cercada pelo exército romano e o Templo destruído. Foi considerando tal contexto, que S. G. F. Brandon analisou Jesus como um zelote.

Segundo Brandon, os zelotes constituíam um movimento organizado, talvez fundado por um judeu chamado Ezequias e remetendo ao período dos macabeus. Os zelotes nasceram do desprezo pela dominação estrangeira e pregavam a revolta contra Roma. Brandon encaixou Jesus nesse grupo, pois o considerou um judeu nacionalista radical em harmonia com os primeiros objetivos e comportamentos dos seus membros - incluindo o uso da violência para alcançar seus objetivos. Um desses momentos de "uso de violência", segundo Brandon, foi no semiataque de Jesus na zona do Templo, no Domingo de Ramos, realizado não só por Cristo, mas por milhares de Seus seguidores, que armaram tal insurreição para colocá-Lo como rei sobre Israel. Ainda segundo Brandon, tal levante deve ter ocorrido ao mesmo tempo de outra revolta, que resultou na crucificação dos dois homens que ladearam Jesus no Calvário - provavelmente liderados por Barrabás. Diante de tais análises, o crítico em questão afirma que o relato neotestamentário é uma deturpação da história original - uma tentativa de tornar o movimento cristão mais palatável para o mundo romano depois da Revolta Judaica de 66-70 d.C.

A verdade é que o comportamento real de Jesus foi bastante diferente do sugerido por Brandon. O objeto do empenho reformista de Cristo não era a ocupação romana, mas a própria aristocracia sacerdotal corrupta de Jerusalém - para o Messias, o estabelecimento do reino de Deus na Terra dependia de uma reforma radical na religião judaica, especialmente no que se refere ao Templo. Outra divergência notável, reside no fato de que os zelotes, segundo Josefo, não estavam dispostos nem a tocar numa moeda que tivesse impressa a imagem de um deus pagão - além disso, o pagamento de tributos a um rei estrangeiro era motivo de guerra para a ordem. Ocorre que Jesus não só tocou na moeda com a efígie do adorado César, como também incentivou o pagamento dos impostos devidos - tal comportamento seria absolutamente inaceitável para um zelote comprometido.

Brandon também esquece de observar que Jesus, ao longo de todo o Evangelho, aparece confrontando abertamente as autoridades conservadores de Israel, como os fariseus e os zelotes. O Mestre se posicionava de modo polêmico quanto ao Sábado, desafiava práticas aprovadas pelos judeus no Templo, convivia com coletores de impostos, conversava com autoridades romanas e até com mulheres samaritanas, também tinha concepções próprias sobre o ritual de lavar as mãos e a ingestão de comidas impuras. O fato mais evidente é que Cristo não era solidário à xenofobia agressiva dos zelotes.
Fonte: Uma História Politicamente Incorreta da Bíblia, Robert J. Hutchinson, Agir, 2012, pgs 221-224.

O Novo Testamento foi escrito depois do ano 70 d.C.? Numerosas epístolas e todos os Evangelhos sinóticos foram produzidos, sem sombra de dúvidas, antes de 70 d.C. - para compreender melhor a questão, leia os seguintes artigos: "Os Mais Antigos Testemunhos do Novo Testamento"; "Os Mais Antigos Testemunhos da Divindade de Cristo".

2 - O caso de Jesus como cínico:
A proposta de que Jesus foi um "judeu camponês cínico" foi assumida por alguns membros do Jesus Seminar, especialmente J. Dominic Crossan. O cinismo foi fundado por Diógenes (412-321 a.C.) - "cínico" significa "cão", uma vez que os filósofos desse grupo não cuidavam da aparência, não observavam a higiene e se aliviavam em qualquer lugar, mesmo em ambientes públicos. O cínico geralmente levava uma capa, uma bolsa de mendigo e um bastão, quase sempre andando descalço. Alguns estudiosos conseguem enxergar semelhanças entre Jesus e os cínicos, a começar com as instruções que o Mestre deu aos discípulos em Marcos 6:8-9; Mateus 10:9-10; Lucas 9:3; Lucas 10:4. Mas tal associação é muito precipitada.

As instruções de Jesus sobre o que os discípulos deveriam vestir e carregar não combinam com o ideal cínico - na verdade até contrariam. Se seguirmos Lucas e Mateus, os discípulos não poderiam carregar justamente as duas marcas mais características de um cínico: o bordão e a bolsa. Se seguirmos Marcos, havia a recomendação de levar o bordão - e essa é a única coisa que combina com o cínico -, mas, ainda assim, o uso de cajados não era distintamente cínico: no ambiente judaico, o porte do bordão tinha uma longuíssima história, associando-se aos patriarcas e, especialmente, ao grande legislador Moisés, bem como seu irmão, Arão. O bordão, para os judeus, era um símbolo de autoridade real, aparecendo em textos messiânicos e escatológicos.

Além das vestes, os estudiosos sustentam que Jesus nutria uma visão cínica de mundo, já que vivia uma vida de simplicidade e integridade num mundo materialista. O cínico concebia a vida em conformidade a natureza, tratando os outros como iguais, o que levou os críticos a associar os textos de Mateus 6: 14-15 e 28-33 e Marcos 12:31 ao pensamento cínico. Há, de fato, algumas semelhanças, mas será que isso sustenta um "Jesus cínico"? A verdade é que Jesus não incentivou os Seus discípulos a buscar a felicidade e a viver conforme a natureza - Ele apenas sugeriu que a natureza revelava coisas importantes sobre Deus. O que Jesus ensinava, diferentemente dos cínicos, era que os discípulos deveriam se dedicar na busca do Reino de Deus e da Sua justiça - as diferentes prioridades de valores entre Cristo e os cínicos demonstram suas profundas diferenças.

Outra dessemelhança entre Jesus e os discípulos e os cínicos está no comportamento social. Não há nada que indique que os seguidores de Cristo praticassem sexo ou defecassem e urinassem em público - Jesus não foi um mero "grosseiro". 

Muitas das declarações de Cristo, de fato, poderiam ter sido desferidas por um cínico (Mateus 6:2, 5, 16; 23:23, 29-30), mas elas representam apenas um único aspecto do ensino do Mestre. Jesus não foi grosseiro nem sugeriu que a fé religiosa não tivesse razão de ser - pelo contrário: Ele estimulava os Seus seguidores a nutrir uma inabalável crença em Deus, já que Ele tudo vê e com tudo se importa. Isso é o extremo oposto da visão do cínico, que criticava a religião por achar que os deuses fossem indiferentes. Cristo proclamava o Reino de Deus e exortava aos Seus discípulos que buscassem no Criador a libertação - Ele desejava ardentemente pela redenção do Seu povo e cria que Deus cumpriria as profecias. Nenhuma dessas esperanças e crenças encontraria repouso na perspectiva cínica.

Os defensores da tese do "Jesus cínico" encontram outros argumentos na arqueologia. Escavações na Palestina revelaram que o grego era bastante difundido no tempo e no lugar onde Jesus viveu e que algumas partes da Galileia eram bastante urbanizadas e mantinham um estilo greco-romano. As escavações em Séforis, por exemplo, desenterraram grandes edificações de estilo greco-romano - tal cidade ficava cerca de 6 quilômetros de Nazaré. Segundo os teóricos do "Jesus cínico", onde havia cultura e língua grega, poderíamos encontrar filósofos gregos. Isso prova que cínicos caminhavam na Galileia dos tempos de Cristo? Não.

Em primeiro lugar, o uso do grego na Galileia da época não indica que essa fosse a primeira língua do povo local, e o fato de existirem centros greco-romanos na região também não significa que o povo judeu fosse desleixado quanto à sua fé histórica e que estivesse disposto a absorver sem restrições a filosofia grega, incluindo o cinismo. A história judaica evidencia justamente o contrário - um século e meio antes do nascimento de Jesus, os judeus, liderados por Judas Macabeu e seus irmãos, lutaram uma violenta guerra contra Antíoco IV e os gregos, com o objetivo de preservar a fé e o estilo de vida judaicos. É possível que os judeus da Galileia dos tempos de Cristo fossem influenciados pelo pensamento grego até certo nível, mas certamente não a ponto de aceitarem ideologias que entrassem em conflito com a fé judaica. E isso também a arqueologia revela.

As escavações em Séforis revelaram que estruturas grandes, como o anfiteatro, não começaram a ser construídas senão dos anos 20 do Século Primeiro em diante, e o achado do depósito de lixo da cidade indicou que Séforis era totalmente judaica nos dias de Cristo. Para os arqueólogos, tudo o que for datado de antes e 70 d.C. é relevante para o entendimento sobre a vida nos tempos de Jesus, e o que estiver depois, considerando a Guerra Judaica, não. Os resquícios do lixão de antes de 70 d.C. demonstraram a proeminência de costumes judaicos: nenhum osso de porco foi encontrado (coisa difícil de imaginar para uma cidade de grande população não-judaica), enquanto, logo depois de 70 d.C., com o crescimento da população não-judaica, os ossos de porco passaram a representar 30% dos restos animais. Temos aqui uma evidência clara de que nos dias de Cristo Séforis era israelita e observava as leis e os costumes judaicos - naqueles dias havia pouca ou nenhuma presença não-judaica na cidade. Também foram descobertos mais de cem fragmentos de vasos de pedra de antes de 70 d.C. - utilizados nas purificações dos judeus -, o que era coerente com a inexistência de porcos, questão que também muda depois de 70 d.C. Além disso, as moedas cunhadas na Séforis de antes de 70 d.C. não retratam a imagem do imperador romano ou de divindades pagãs - coisa comuns nas moedas daquele tempo. Realidade totalmente diferente daquilo que se encontra do Segundo Século, depois da Revolta Judaica, quando lá se cunhava moedas com a efígie do imperador Trajano e Antinius Pius, e das divindades Tico e Capitolina - durante o reinado de Pius, Séforis teve o nome alterado para Diocesaréia, em homenagem a Zeus e ao imperador romano. Além disso, as edificações pagãs de Séforis também só surgiram depois de 70 d.C. - não há arte e nem estruturas de cidades tipicamente romanas na região nos tempos de Cristo. Séforis, sem sombra de dúvidas, era uma cidade totalmente judaica e, portanto, nenhum cínico saiu de lá para procurar discípulos em Nazaré.

Não é só Séforis que aparece como uma cidade totalmente judaica antes de 70 d.C. Toda a Galileia demonstra ausência de fortes influências gregas no período, o que se vê com a distribuição da cerâmica na região: os judeus nunca compravam cerâmica de não-judeus, embora vendessem para eles, de modo que as cerâmicas judias aparecem em casas de judeus e não-judeus, enquanto as não-judias só aparecem nas casas dos gentios. Tudo isso indica que o povo judeu da Galileia do período era muito escrupuloso quanto à observação das leis de pureza judaica. Tal identidade judaica se revela nos atos dos judeus do período, como as revoltas que ocorreram depois da morte de Herodes, o Grande (4 a.C.), a remoção de Arquelau e o censo romano (6 d.C.), e  a revolta em Jerusalém (66-70 d.C.), indicadores de um profundo ressentimento da parte dos judeus quanto à presença pagã em Israel, o que inclui a Galileia. Concluímos, com isso, que, mesmo havendo alguma presença pagã em alguns lugares da região, os judeus da Galileia procuravam, ardentemente, preservar sua identidade religiosa e cultural. No mais, não há absolutamente nenhuma evidência arqueológica ou literária de uma única alma cínica na Galileia dos tempos de Jesus.

Outra coisa que devemos considerar, é que toda a pregação de Jesus pode encontrar todas as suas raízes nos Antigo Testamento, entrando em plena concordância com o ensino dos Profetas. Não é necessário recorrer ao pensamento grego - ainda mais considerando o conteúdo dos Manuscritos do Mar Morto, redigidos pela ordem dos judeus essênios, com os quais alguns ensinamentos de Cristo encontram diversos paralelos.
Fonte: O Jesus Fabricado, Craig Evans, Cultura Cristã, 2009, pgs 89-110.

3 - O caso de Jesus como guru:
Tal teoria se baseia nos "anos de silêncio", entre os 12 e os 30 anos de Cristo, sugerindo uma viagem do Mestre ao coração da Ásia. Ela foi disseminada pelo "Evangelho de Aquário" e por diversos jornais e revistas. Os adeptos dessa teoria sustentam que a sabedoria de Jesus foi conquistada entre os gurus da Índia. Mesmo sendo atraente, com seu ar de aventura, tal criativa proposta é a mais complicada de todas.

O registro mais famoso sobre tal teoria é de Nicholas Notovich: ele afirmou que, enquanto viajava no Tibete, nos fins do século XIX, recebeu dos lamas a informação de que havia um registro relatando a visita de Jesus a um monastério no Himalaia. A mesma coisa foi relatada por outro viajante no início do século XX. O problema é que ninguém capaz de ler e traduzir tais "registros" os encontrou - não há nenhuma evidência concreta de sua existência e não existe nenhuma cópia deles circulando. Agora se diz que eles foram destruídos. As pessoas se apegam a informações como essas, mas negam a validade do Novo Testamento. Isso é, no mínimo, incoerente.

Primeiramente, não existe evidência histórica ou arqueológica para uma visita de Cristo à Índia ou à China. Além disso, tudo o que Jesus fez e ensinou é incompatível com tal sugestão: aquilo que o Mestre apresentou aos judeus estava em total concordância com as Escrituras judaicas, que Ele citava como fonte de autoridade - não há nenhum sinal da influência do hinduísmo ou do budismo nos ensinamentos de Jesus. Se Ele tivesse estudado com os mestres da Índia ou do Tibete, seria obrigado a sustentar o ensinamento deles e honrar seu guru. A verdade é que aquilo que saiu da boca de Jesus é a antítese do misticismo oriental.

O próprio relato neotestamentário impede uma viagem tão longa. As pessoas de sua cidade natal, Nazaré, o conheciam como "o carpinteiro, filho de Maria e irmão de Tiago, e de José, e de Judas, e de Simão (Marcos 6:3). Por ser bastante conhecido em Sua cidade natal, fica entendido que Cristo viveu e cresceu lá, sem nunca ter se deslocado por muitos anos para terras longínquas. Se assim não fosse, não teríamos como explicar a perplexidade dos amigos de Jesus quando Ele começou a viajar pela Galileia pregando para as multidões e apresentando-Se como um líder religioso - Ele começou a ser tratado com desdém, proveniente da familiaridade, e não com a reverência que receberia caso tivesse recém voltado de uma viagem de estudos no coração da Ásia. 

Todo o guru elogia e honra o seu mestre, mas o suposto "guru Jesus" nunca se referiu ao "seu guru" e nunca citou qualquer escrito religioso, exceto as Escrituras judaicas. Quando Cristo afirma que foi "enviado do Seu Pai no Céu" (João 5:23, 30 e 36), Ele está trabalhando com um conceito desconhecido pelos gurus e odiado pelos rabis. Os gurus, por sua vez, afirmam que os homens tornam-se deuses "auto-realizados" através da ioga e de práticas acéticas, sugestão que nunca brotou dos lábios de Cristo - Ele jamais trabalhou tal ilusão. Jesus não viveu de ascetismo ou conquistou a divindade pela vivência, mas apresentou-Se como o próprio e eterno Deus do Antigo Testamento, o EU SOU, que humilhou-Se a Si mesmo para tornar-Se homem - João 8:24, 58; 13:19; 16:16, 28; 10:30.

Outras diferenças entre Jesus e os gurus:
- Os gurus negam a existência do pecado ou de um padrão de moralidade absoluto. Jesus veio ao mundo como uma luz que expôs a maldade dos homens.
- Os gurus ensinam um ciclo contínuo de morte e encarnação. Eles creem na reencarnação, mas Cristo ensinou a ressurreição.
- Os gurus ensinam um retorno contínuo ao mundo, através de várias vidas, para melhorar o carma. Jesus ensinou o perdão dos pecados pela Graça.
- Para os gurus, o Céu é um estado místico de unidade com o absoluto. Jesus, por Sua vez, ensinou que o Céu é habitar para sempre na casa do Pai, onde há "muitas moradas" (João 14:1-4).
- Os gurus são vegetarianos. Cristo aparece comendo e servindo carne no Novo Testamento.
- Os gurus ensinam que há muitos caminhos que levam a Deus, mas Jesus falou que Ele é o "único caminho" (João 14:6).

Não há nenhuma semelhança entre a proposta de Jesus como guru e o Novo Testamento. É, portanto, um verdadeiro delírio sustentá-la.
Fonte: Em Defesa da Fé Cristã, Dave Hunt, CPAD, 2012, pgs 119-123.

Conclusão:
Ao que parece, a maior motivação dos formuladores de teorias como as anteriormente relatadas, reside na negação da singularidade e da divindade de Cristo. Eles rejeitam a fonte de maior confiança para se apegar à fantasias e suposições, baseadas em textos extremamente questionáveis ou imaginários. Seria muito mais fácil simplesmente trabalhar com aquilo que temos de mais antigo e numeroso sobre Jesus, o próprio Novo Testamento, mas isso acarretaria em conclusões que o inimigo de Deus quer evitar, como a própria compreensão de Jesus como Deus. Céticos do calibre Lew Wallace não conseguiram resistir ao contato com as maravilhas do Evangelho.

Natanael Pedro Castoldi

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