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O Comunismo e a Ditadura Militar

Nem todos percebem que o Brasil, pouco antes do Golpe Militar, estava prestes a se tornar uma ditadura comunista e, por isso, não conseguem entender o valor do Regime Militar, já que foi através dele que o nosso país não se tornou comunista - lembremos que o comunismo quase sempre termina em genocídios, que esse sistema tende a tornar-se ditatorial e que a maioria dos países comunistas naufragam economicamente. Não quero defender a Ditadura, pois os militares, de fato, passaram dos limites em questão de abuso de poder, porém me obrigo a reconhecer que ela nos salvou de algo muito pior - e que, infelizmente, está retornando. Segue uma breve reflexão sobre o assunto, divulgada por mim no facebook.com, 28/06/2013:

Nesses dias de instabilidade política todos deveriam ler o livro Guia Politicamente Incorreto da História do Brasil, Leandro Narloch, 2ª Edição, 2011, Edit. leYa, com ênfase no capítulo final, pg 292, de nome COMUNISTAS. Eis alguns pontos de interesse:

"A experiência mostrava que poucos guerrilheiros, com a ajuda de partidários infiltrados nas estruturas do Estado, poderiam sim derrubar o governo."

"(...) a luta armada fracassou porque o objetivo final das organizações que a promoveram era transformar o Brasil numa ditadura, talvez socialista, certamente revolucionária. Seu projeto não passava pelo restabelecimento das liberdades democráticas."

"(...) o objetivo de criar um sistema de partido único e erguer uma ditadura similar aos regimes comunistas que existiam na China e em Cuba."

"(...) 'substituir a ditadura da burguesia pela ditadura do proletariado.'"

"Os guerrilheiros frequentemente citavam o líder chinês Mao Tsé-Tung e sonhavam fazer do Brasil um 'Cubão', inspirados na luta de Fidel Castro." (...) "o líder comunista Carlos Marighella (...) disse que 'o Brasil será o novo Vietnã'". O general americano Vernon Walters certa vez escreveu ao seu país: "Se o Brasil se perder, não será uma outra Cuba. Será uma outra China."

Após descrever o cenário hostil que se ergueria num Brasil comunista, com base nas experiências históricas, falando de possíveis prisões para inimigos do Regime na Amazônia e extermínios de até 21% da população, como se deu no Camboja, o autor mostra a verdade sobre o Regime Militar que, embora vil, foi o regime não-democrático que menos matou gente na História: em 21 anos as ações antiterrorismo eliminaram 380 pessoas - muito menos do que os 30 mil mortos na ditadura Argentina. Ele segue:

"Se o Brasil vivesse um regime como o cubano ou o chinês, como sonhavam os guerrilheiros de esquerda, pelo menos mais 88 mil pessoas seriam mortas. Se a ditadura socialista brasileira matasse 90% menos que a cubana, haveria vinte vezes mais mortos que as vítimas dos militares." O capítulo segue levantando os números dos genocídios desenvolvidos em países comunistas.

Natanael Pedro Castoldi

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