Navigation Menu

É a primeira vez que
você acessa este blog
neste computador!


Deseja ver antes
nossa apresentação?


SIM NÃO

Homossexualismo, Perseguição e "Gene-Gay"

Não quero fazer desse texto um complicado tratado científico ou moral. Também não quero usá-lo para criticar, de modo algum, os homossexuais - o objetivo é, simplesmente, refutar alguns dos mitos que atualmente estão sendo divulgados pelos homossexuais, de modo simples e direto. Espero que seja esclarecedor.

1 - "Já se nasce homossexual":
Pouca coisa está mais longe da verdade. Vou começar com duas notícias:

31/01/2005, bbc.co.uk

"Uma equipe da Universidade de Illinois, que analisou todo o genoma humano, afirma que não existe um 'gene gay'. (...) As conclusões incendeiam o debate sobre se a orientação sexual é uma questão de escolha."

09/08/2013, logosapologetica.com, Emerson de Oliveira, traduzido por: Fábio Pinho

"Oito grandes estudos realizados em gêmeos idênticos na Áustria, nos Estados Unidos e na Escandinávia durante as últimas duas décadas chegam todos a uma mesma conclusão: os gays não nascem assim.
'Na melhor das hipóteses, a genética é um fator menor', diz o Dr. Neil Whitehead, PhD. Whitehead trabalhou para o governo da Nova Zelândia como um pesquisador científico durante 24 anos, e então passou quatro anos trabalhando para as Nações Unidas e para a Agência Internacional de Energia Atômica. Atualmente ele trabalha em universidades japonesas como um consultor sobre os efeitos da exposição à radiação. Ele possui PhD em bioquímica e estatística.
Gêmeos idênticos possuem os mesmos genes ou o mesmo DNA. Desenvolvem-se no ventre materno em condições pré-natais iguais. Se a homossexualidade é causada por condições genéticas ou pré-natais e um dos gêmeos é gay, então o seu irmão também deveria ser gay.
'Como eles possuem o DNA idêntico, [a taxa de casos em que ambos os gêmeos são gays] deveria ser de 100%', observa o Dr. Whitehead. Mas os estudos revelam algo diferente. 'Se um gêmeo idêntico apresenta atração por pessoas de mesmo sexo, as chances de que seu irmão também apresente são de aproximadamente 11% para homens e 14% para mulheres.'"

- O Mundo Antigo:
Uma das provas mais interessantes sobre o fato de que o homossexualismo não é genético está na própria história, estudada por meu irmão, Ticiano Castoldi, que me deu essa luz. No mundo grego o homossexualismo era algo cultural: os meninos eram sexualmente iniciados por homens adultos e era comum que os guerreiros mantivessem relações sexuais entre si nas companhas militares - os gregos entendiam que, como as mulheres eram inferiores, era mais nobre para o homem relacionar-se sexualmente e ter prazer com outro homem, do que desonrar-se com uma mulher, com quem apenas via os necessários interesses reprodutivos. Essa questão era geral: praticamente todos os homens, pelo menos de classes sociais mais altas, mantinham relações homossexuais - e o helenismo, uma vez divulgado por Alexandre, O Grande, introduziu parcialmente esses hábitos noutras partes do Mediterrâneo. O que isso significa? Que quase todos os homens gregos nasciam homossexuais? Que isso era algo herdado desde os primórdios e, por isso, generalizado? Improvável - os povos gregos não teriam sobrevivido. Vale lembrar que em grande parte da Antiguidade os gregos estavam divididos em cidades-estado, descendentes de povos diferentes. E como outros povos foram influenciados por eles ao homossexualismo? Os soldados gregos tiveram relações sexuais com homens doutras terras e geraram descendentes geneticamente propensos ao homossexualismo? Obviamente não! Trata-se, portanto, de uma questão cultural, do resultado de se ter um ambiente psicológica, moral e culturalmente propício para isso - isso sem contar com o reforço ideológico, já que os gregos viam o homem como alguém superior à mulher. É sabido que muitos homossexuais foram, quando crianças, abusados sexualmente, o que coincide com os abusos sexuais que as crianças gregas sofriam. 

Entre os romanos (influenciados pela cultura grega) aconteceu algo semelhante. Por mais que os latinos desprezassem os gregos por seu homossexualismo, imperadores e nobres romanos comumente realizavam atos homossexuais. Tal mentalidade se desenvolvia justamente na classe mais rica e capaz de bancar os banquetes e orgias, nos quais a luxúria se generalizava. É estranho como, entre os pobres, bem mais numerosos, havia uma incidência menor de homossexualismo, do que entre os nobres e suas orgias - evidenciando-se, mais uma vez, o aspecto cultural como fator determinante. Como o homossexualismo poderia virar moda, se for apenas genético? Pois virou! No Império Romano virou moda ser efeminado: num dado período um número cada vez maior de jovens estava depilando todos os pelos do corpo, se vestindo escandalosamente e  usando perfumes doces. Não é genético. Você pode ler mais na postagem "'Cura Gay' - Esclarecimentos".
Fontes: Uma História Politicamente Incorreta da Bíblia, Robert J. Hutchinson, Agir, 2012, pgs 128-129; Guia Politicamente Incorreto da História do Mundo, Leandro Narloch, leYa, 2013, pg 19.

Se os homossexuais nascem assim, seria difícil responder adequadamente aos casos de ex-gays, que atualmente mantém relações heterossexuais, e de ex-heterossexuais que, depois de terem tido filhos e casamentos heterossexuais, afirmaram-se gays.
1.2 - Uma reflexão sobre os gêneros sexuais:
O que significa a palavra "função"? "Função" descreve, simplesmente, o motivo pelo qual determinado ser existe em sua constituição anatômica. "Disfunção", portanto, aponta para um atrito entre a vontade ou outros aspectos mentais do indivíduo e a natureza da sua "função" genética. O que significa "cooperação"? "Operação" trata-se do desenvolvimento adequado, visando o cumprimento de uma tarefa para a qual determinado mecanismo existe - "cooperação", portanto, aponta para a união de diversos mecanismos em prol de uma única causa. O que significa "orientação"? Podemos definí-la como a direção para onde aponta a "função natural" e a operação em cooperação para a qual os diversos mecanismos de um ser vivo existem. Qual é o objetivo máximo da sexualidade humana? Sua função, orientação, operação? É a reprodução. O que segue é uma breve reflexão, na qual utilizei alguns "palavrões" do Politicamente Correto, mas com a intenção de tratar dos seus significados originais, não das definições errôneas e preconceituosas determinadas pelos militantes:
Quando o seu cérebro não reconhece a sua natureza sexual, marcada pela genética desde a concepção e evidenciada pelo sistema reprodutor, temos a possibilidade de alguma crise de identidade. O cérebro não existe para definir uma identidade sexual, mas para reconhecer e administrar o sexo definido do indivíduo, instigando-o a se reproduzir. Disfunções psicológicas produzem desorientação sexual e, por fim, culminam numa expressão sexual diferenciada. Há disfunção quando o cérebro entende uma coisa enquanto o corpo foi projetado para outra. A ordem biológica é de cooperação: o sexo é reconhecido pelo cérebro e uma configuração física e mental conforme a "função" irá fazer o desejo sexual se orientar para o sexo oposto (com potencial reprodutivo) e, sob tal configuração, a expressão sexual do indivíduo atrairá um parceiro fértil. O que quero dizer simplesmente é que o homossexualismo brota do interesse voluntário do indivíduo ou de influências do meio, que, de alguma forma, interferem na comunicação geneticamente estabelecida entre a natureza do sexo e o reconhecimento do cérebro. Incontáveis comportamentos humanos não estão preestabelecidos nos genes, mas são frutos de aprendizado, de alguma forma iniciado desde o momento no qual o feto possui atividade cerebral. O interesse intelectual humano é fator de alteração da ordem natural e, muitas vezes, o indivíduo realmente deseja que tal ordem seja alterada em nome de uma preferência pessoal. Com isso não estou desferindo nenhum juízo moral ou afirmando que esse indivíduo será infeliz - é possível que seja justamente o contrário, por ser essa uma decisão voluntária, uma vez que não entende ser necessário cooperar com os interesses reprodutivos estabelecidos em nosso código genético. Ocorre que nem todos os que fogem do rumo da maioria são felizes com tal condição. Isso também não significa que tal comportamento esteja em conformidade com o Projeto Original da Divindade Criadora - sobre isso, você pode ler mais nas postagens sugeridas ao final do artigo.
Gostaria, ainda, de compartilhar aqui algo que divulguei noutros tempos no facebook.com:
Com objetivos puramente didáticos, para esclarecer as coisas e sanar a curiosidade de meus amigos, vou enumerar as definições de gênero conforme estipuladas no Século XXI: "homem é mulher, mulher é homem, homem é homem e mulher, mulher é mulher e homem, homem não é homem, homem não é mulher, mulher não é mulher, mulher não é homem, homem é nada, mulher é sei lá o quê, todos são qualquer coisa, ninguém é nada, ninguém é tudo, tudo são todos, todos são tudo, e vice-versa". Deu pra entender?
2 - "Os homossexuais são perseguidos":
Até pode haver algum esporádico ato discriminatório, sim, mas numa sociedade com quase 200 milhões de heterossexuais e aproximadamente o mesmo número de cristãos, como o Brasil, um ou outro ato isolado chega a ser algo quase desprezível. Não que devamos nos calar diante da intolerância, mas sempre haverá algum louco enraivecido por aí - e a tendência é piorar, já que há homossexuais desprezando o cristianismo de modos cada vez mais agressivos. De qualquer forma, o cristão, embora discorde do homossexualismo, geralmente é muito brando no tratamento com o homossexual, pois Cristo nos ensinou a amar todas as pessoas - se não o fosse, dos centenas de milhões de cristãos veríamos muito mais casos de violência.

A verdade histórica, lá no início da Era Cristã, é de que foram imperadores que mantinhas relações homossexuais os primeiros a armar perseguições generalizadas contra os cristãos. O fato de serem homossexuais os levou à perseguir a Igreja? Suponho que não, porém nós vemos um nível de interesse anticristão entre os homossexuais militantes de nossos dias que quase se equipara ao dos imperadores romanos dos primeiros séculos.

Em 2012 foram registradas 338 mortes de homossexuais, enquanto os homicídios em geral beiraram 55 mil. Que é 338 diante de 55 mil? Nem proporcionalmente se equivale. É claro que cada morte é totalmente vil, porém a "homofobia generalizada", como se prega, mostra-se inexistente! Inclusive, como o caso recente do homossexual que morreu numa boate gay, é sabido que boa parte das mortes de homossexuais se dão por ação dos próprios parceiros sexuais, por motivo de dívida ou traição. De igual forma, a incidência de AIDS entre homossexuais - dos homens jovens com AIDS no Brasil, 46% são homossexuais - não pode ser considerada culpa dos heterossexuais - o que não exclui a importância do governo para a prevenção e o tratamento do problema entre heterossexuais e homossexuais.

Simples, direto, óbvio. 

Natanael Pedro Castoldi

Leia também:

0 comentários: