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"Cura Gay" - Esclarecimentos

Não pretendo concentrar-me muito em questões referentes à gênero, pois isso sempre exige o uso de muito tempo e energia, já que acarreta a aparição de uma inquieta oposição, e pode acabar mal - infelizmente o nosso país está pendendo para mares pouco democráticos-, mas acho importante opinar sobre alguns pontos de interesse. Já falei sobre alguns dos motivos que levam a Bíblia a se opor ao homossexualismo - artigo O Certo e o Errado, a Desobediência e a Sexualidade Humana - e agora pretendo comentar algo sobre a polêmica da "Cura Gay", isso fazendo uso de um pequeno texto que publiquei no facebook.com dia 25/06/2013 - não me comprometo a defender a pessoa de Marcos Feliciano, mas, sim, a coerência da questão específica. Tire as suas próprias conclusões.

Cura Gay - alguns esclarecimentos. Mesmo sendo um texto grande, gostaria que todos dessem uma lida. LEIA, POR FAVOR.

1º - O termo "Cura Gay" é cunhado pela mídia, que sabe como causar polêmica e puxar a brasa pro seu lado, pois em nenhum momento se define o homossexualismo como "doença" e a possibilidade de revertê-lo como "cura". Sim, é ofensivo declarar a opção de um indivíduo como "doença".

2º - Mas não se nasce gay? Todas as descobertas científicas na área ou apontam para a impossibilidade de se nascer gay -não se tratando de herança genética- ou indicam a incerteza sobre isso. Um exemplo é Daniela Mercury, que teve vários filhos - o contrário também existe e podemos verificá-lo com uma rápida pesquisa. O site BBC Brasil publicou, 31 de Janeiro de 2005, o resultado de uma pesquisa feita pela Universidade de Illinois: o "gene gay" não existe -> link <-. 
- Um exemplo de 1952: início um estudo de 10 anos feito com 106 homens homossexuais no qual verificou-se que todos eles, sem exceção, tiveram o pai emocionalmente ausente na infância - 59% do grupo afirmou "odiar seu pai". Isso não pode ser generalizado, mas demonstra uma gênese fortemente emocional, comportamental, para o homossexualismo. Fonte: EXPONDO MITOS ACERCA DA ORIENTAÇÃO SEXUAL - o imenso trabalho do site em questão é muito esclarecedor!

3º - Analisemos com calma: se o homossexualismo não for genético -não há prova do contrário-, mas fruto de pressões do ambiente, ele pode ser revertido. Isso não significa que o homossexual necessariamente escolheu isso -quando se percebeu já era assim-, mas tal possibilidade não desqualifica a alteração do quadro. Vivemos numa sociedade livre, na qual todos têm o direito de exercer plenamente as suas profissões e onde todos podem recorrer aos recursos de um profissional para uma alteração em áreas de sua vida.

4º - A possibilidade de tratamento para o homossexual não é o mesmo que dizer que o "homossexualismo é algo ruim"! Uns podem gostar de sua orientação sexual, outros não, isso parte da percepção do indivíduo - portanto é possível que determinado homossexual não seja feliz sendo assim, enquanto outro o é. A coisa mais nobre, por lógica, é abrir a porta de auxílio para o que não se vê feliz - e para o profissional que desejar ajudá-lo.

5º - A possibilidade de alteração da orientação sexual não indica que todos precisam disso ou que todos serão obrigados a fazê-lo - vivemos em uma sociedade livre e, portanto, só os que sentem tal necessidade buscarão ajuda. Proibir que aquilo que provavelmente não é genético, sendo fruto do ambiente, e que pode não ser bom para alguns, seja alterado, é que é retrocesso!

A "cura gay", por fim, não está embasada em preceitos religiosos, mas científicos, psicológicos e democráticos. É a soberania individual falando mais alto! É complicado ver como possibilidades científicas desfavoráveis são descartadas, como questões ainda abertas não podem mais ser questionadas, como o indivíduo contrário não pode mais se expressar e todos, pelo "politicamente correto", devem se submeter aos clamores da mídia e dos representantes das minorias em questão. Pensemos além!

Acréscimos posteriores:
- Se os psicólogos não puderem tratar homossexuais que se voluntariarem, o desenvolvimento dos conhecimentos acerca das esferas psicológicas da homossexualidade simplesmente congelará. O tema não mais poderá ser estudado!
- Se o projeto for barrado, somente os heterossexuais poderão ser diagnosticados com patologias psicológicas, pois se um determinado homossexual apresentar certo problema psicológico, tendo ele influência ou não em seu comportamento relativo ao gênero, o psicólogo poderá ser acusado de homofobia caso o aponte, já que indica ser o dito homossexual detentor de algum distúrbio - isso mesmo sendo verdadeiro o diagnóstico e mesmo que o problema não seja a causa da homossexualidade.

Natanael Pedro Castoldi

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